“Operação Overlord” remonta para o dia D, em que ocorreu a invasão dos aliados à França ocupada pelos alemães de Adolf Hitler na 2ª Guerra Mundial. Um grupo de soldados norte-americanos tem como missão destruir a torre de controlo aérea e assim impedir o ataque dos germânicos às embarcações que estavam a caminho da costa francesa. Contudo os soldados terão de enfrentar um grupo de criaturas desenvolvidas por um cientista alemão.
Ao longo do filme vamos assistindo a momentos bons e outros muito maus. Inicialmente acompanhamos uma espetacular ataque aéreo ao avião onde os norte-americanos estavam a bordo, sendo obrigados a saltarem de paraquedas. A cena está brilhantemente bem feita, cumprindo a função de prender o espetador no início. Os sons imersivos do aparelho a ser alvo do ataque e o jogo de luzes a refletir a ferocidade do combate são muito bem empregues.
Mas a partir daqui o filme vai ganhando muitos clichés e com isso acaba por se perder. Existe o super batido tema da moralidade em poupar as vidas em guerra contra a obrigação de levar a cabo a missão, independentemente dos danos colaterais que daí possam advir.
Depois surgem os soldados na luta contra as criaturas, que exploram o lado gore ao máximo, sem grande profundidade.
Quem procura algo mais do que isto, este não é o filme mais indicado. Vê-se.
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