“X-Men: Dark Phoenix” é um regresso às origens de Jean Grey (Sophie Turner) e os primeiros passos na famosa organização de mutantes. Tudo começa quando ainda em criança teve a primeira manifestação dos seus poderes, que resultou na morte da sua mãe num trágico acidente de viação. Charles Xavier (James McAvoy) acolhe-a para a conhecida escola destinada a estes jovens especiais.
Já mais crescida, Jean embarca num salvamento de uma equipa de astronautas, prestes a serem destruídos por uma força misteriosa. A heroína arrisca a vida para os salvar e acaba por consumir essa força, tornando-se praticamente imbatível. Estes novos poderes acabam por comprometer as relações com aqueles que ama assim como atrair as atenções de vilões indesejados.
Perante a sinopse acima descrita, já deve ter dado conta que já ouviu esta história anteriormente e talvez demasiadas vezes. Acaba por ser uma história previsível e falha redondamente em cativar a atenção do público.
Os bons atores que a compõem acabam por não ser verdadeiramente desafiados para mostrar as suas qualidades, dado fraco argumento que lhes é apresentado. Isso é bem visível no fraco desenvolvimento dos seus personagens pouco consistentes.
Diálogos aborrecidos e algo preguiçosos, baseados nos clichés e lugares comuns, tornam este filme muito medíocre e extremamente insonso.
O que safa um pouco a coisa são os efeitos especiais utilizados.
Por tudo isto não é dos filmes mais memoráveis da saga.
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